Hello! Faz tempo que não rola post de inspiração por aqui, não é mesmo? Deu vontade e aqui está: sapatos e meias-calças que eu mais desejo. Não sei o nome de modelos, infelizmente, mas são todos incríveis e muito inspiradores. É divertido ver como era a criatividade de quem trabalha com moda antigamente e como as cores, principalmente nos anos 60, eram bem diferentes da que estamos acostumados a usar. Eu já fiz um post sobre Como Usar Meia Calça Colorida e sou completamente apaixonada por peças assim. Agora resolvi focar mais nos pés e sapatos para combinar. Aproveitem!
Você pode encontrar sapatos inspirados em modelos antigos bem aqui:
Bait Footwear: http://www.baitfootwear.com/
ZPZ Shoes: http://www.zpzshoes.com.br
ModCloth: http://www.modcloth.com/shop/shoes
Se quiser mais inspiração, visite meu pinterest: https://www.pinterest.com/ninabueno0
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
5 motivos para amar Star Trek
Hello! O post de hoje é sobre a minha série/meu(s) filme(s)/meu(s) livro(s) favorita(o(s)) hehehe. Falo de Jornada nas Estrelas ou Star Trek, que começou como uma série de ficção científica no ano de 1966 e que foi muito além disso apesar do cancelamento precoce (que resultou em inúmeras releituras, universos paralelos e estendidos, fan mades e etc). Por que amar Star Trek? eijo Acompanhe 5 dos meus (milhares) de motivos:
1. Em Star Trek, tivemos o primeiro beijo interracial reconhecido na televisão americana, entre Capitão James Kirk (William Shatner) e Tenente Uhura (Nichelle Nichols),no episódio "Plato's Stepchildren" que foi ao ar dia 22 de novembro de 1968. Apesar de todas os problemas que a produtora causou como insistir que os lábios não se tocarem e tomar a cena como algo não necessariamente romântico, o ato fez barulho e quebrou alguns paradigmas.
2. Não apenas beijou um homem branco em uma cena, como a Tenente Uhura teve em todo seu papel um diferencial. Foi a primeira atriz negra a não ter o seu papel diretamente relacionado e associado com sua cor de pele, sendo apenas mais uma tripulante da nave Enterprise sem cunho racista.
3. A série e seu maravilhoso criador, Gene Roddenberry, aproveitaram que as tramas se passavam na fora, no espaço, e discutiram inúmeras situações sociais (como o caso de racismo e a tripulação sendo multicultural e racial) e políticas, levantando tópicos como autoritarismo, guerras, exploração espacial, poluição, diplomacias e etc. Como tudo ocorria fora do planeta Terra, qual o problema?
4. A cenografia e figurino de Jornada nas Estrelas são impecáveis e muito, muito, muito criativos. Mesmo com poucos efeitos visuais e computadorização, a série abusava de invenções extraterrestres, criando planetas com diversos ambientes, alienígenas "evoluídos" para suas condições e roupas espacias super estilosas e divertidas. Tudo no bom estilo sessentista.
5. Além da contribuição para os campos sociais e políticos, a inovação foi também na ciência. As invenções tecnológicas da série não apenas foram favoráveis para os roteiros malucos e futuristas mas ajudaram a nossa realidade a se desenvolver bem mais! Celulares, tablets, óculos interativos. Tudo novo? Nadinha, já existia pra todo mundo no universo fictício de ST.
Não entendeu? Olha só:
Se esses não são motivos suficientes para amar a série, não sei o que falta!
Essa foi minha forma de declarar que sou trekkie:
Ela é super recente! Assim que cicatrizar e ficar bonitinha, mostro melhor pra vocês <3
Onde fiz minha tatuagem (super indico, fiz com o Lex e o trabalho saiu exatamente como imaginei. Obrigada pela atenção!): https://www.facebook.com/topcat.loja?fref=ts
1. Em Star Trek, tivemos o primeiro beijo interracial reconhecido na televisão americana, entre Capitão James Kirk (William Shatner) e Tenente Uhura (Nichelle Nichols),no episódio "Plato's Stepchildren" que foi ao ar dia 22 de novembro de 1968. Apesar de todas os problemas que a produtora causou como insistir que os lábios não se tocarem e tomar a cena como algo não necessariamente romântico, o ato fez barulho e quebrou alguns paradigmas.
2. Não apenas beijou um homem branco em uma cena, como a Tenente Uhura teve em todo seu papel um diferencial. Foi a primeira atriz negra a não ter o seu papel diretamente relacionado e associado com sua cor de pele, sendo apenas mais uma tripulante da nave Enterprise sem cunho racista.
3. A série e seu maravilhoso criador, Gene Roddenberry, aproveitaram que as tramas se passavam na fora, no espaço, e discutiram inúmeras situações sociais (como o caso de racismo e a tripulação sendo multicultural e racial) e políticas, levantando tópicos como autoritarismo, guerras, exploração espacial, poluição, diplomacias e etc. Como tudo ocorria fora do planeta Terra, qual o problema?
4. A cenografia e figurino de Jornada nas Estrelas são impecáveis e muito, muito, muito criativos. Mesmo com poucos efeitos visuais e computadorização, a série abusava de invenções extraterrestres, criando planetas com diversos ambientes, alienígenas "evoluídos" para suas condições e roupas espacias super estilosas e divertidas. Tudo no bom estilo sessentista.
5. Além da contribuição para os campos sociais e políticos, a inovação foi também na ciência. As invenções tecnológicas da série não apenas foram favoráveis para os roteiros malucos e futuristas mas ajudaram a nossa realidade a se desenvolver bem mais! Celulares, tablets, óculos interativos. Tudo novo? Nadinha, já existia pra todo mundo no universo fictício de ST.
Não entendeu? Olha só:
Se esses não são motivos suficientes para amar a série, não sei o que falta!
Essa foi minha forma de declarar que sou trekkie:
Ela é super recente! Assim que cicatrizar e ficar bonitinha, mostro melhor pra vocês <3
Onde fiz minha tatuagem (super indico, fiz com o Lex e o trabalho saiu exatamente como imaginei. Obrigada pela atenção!): https://www.facebook.com/topcat.loja?fref=ts
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Yé Yé Girls Playlist
Helloooooo! Mais uma playlist maneira no blog porque vi que vocês adoraram a primeira sobre British Rock. O tema dessa vez são as Yé Yé Girls que são as cantoras de pop music da década de 60, principalmente da França, Itália e Espanha. É um estilo bem gostoso de se ouvir e são figuras muito boas de se inspirar, então aproveitem suas Peter Pan collars, suas bangs e dancem muito:
Françoise Hardy - Soleil:
Sandie Shaw - Long Live Love:
Lulu - Shout:
Ria Bartok - Tu Peux Pas Savoir
Clothilde - La Ballade du bossu
Aproveitem pra treinar o francês de vocês hehe :3
Françoise Hardy - Soleil:
Sandie Shaw - Long Live Love:
Lulu - Shout:
Ria Bartok - Tu Peux Pas Savoir
Clothilde - La Ballade du bossu
Aproveitem pra treinar o francês de vocês hehe :3
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
60's photoshoot?
A gente tenta, mas tenta muito tirar fotos que pareçam do passado e não adianta negar. Não é nada fácil, se produzir, se arrumar, arranjar cenário, pose, iluminação e tudo mais. Mas um cara, Sebastian Kim, não só conseguiu fazer isso, como fez um editorial completo totalmente sessentista, e que eu tenho certeza que se eu não contasse pra vocês, nem iriam desconfiar que é desse século. Estrelando a modelo com a beleza atual mais sessentista ever, Edie Campbell, babem nesse editorial incrível feito para a primavera de 2013 na Vogue Alemã.
Conheça Sebatian Kim: http://www.sebastiankim.com/
Conheça Sebatian Kim: http://www.sebastiankim.com/
domingo, 11 de janeiro de 2015
SHAG
Se você curte arte, critatividade, anos 60 e 70, você curte Shag! Porque não é só de pin ups que o mundo cultural viveu no passado, não. Josh Agle, mais conhecido como Shag, é um artista americano que parece que ainda vive no ano que nasceu, 1962. E ele não poderia escolher ano melhor para representar sua arte. Em um estilo mais pop art, seus desenhos mostram algumas cenas cotidianas típicas do dia-a-dia da época, com um toque super nonsense, arrasando também na representação das roupas, maquiagem e óbvio, na paleta de cores mais sensacionais ever. Não é a toa que ele é um dos meus artistas favoritos. Olha só:
Para conhecer mais de Shag, visite: http://www.shag.com/ (é o site mais legal do mundo!)
Para conhecer mais de Shag, visite: http://www.shag.com/ (é o site mais legal do mundo!)
domingo, 28 de dezembro de 2014
Polyvore Addicted!
Oláaaaaaa! Como vão vocês nessas férias e nessa época festiva? Bemmmm, eu to bem ansiosa, principalmente para viajar e sair um pouco da cidade grande. É, não parece, mas as vezes dá vontade de sair dessa agitação e beleza.
Além dos desejo de sair do lugar, meus desejos são todos de inspiração. Sério, adoro sites como o tumblr, blogs gringos e pinterest, mas o meu favorito e total vício do momento é o Polyvore, onde você pode pegar vários recortes de roupas, acessórios, objetos aleatórios e legais e também de fotos inspiradoras pra montar seus próprios looks. E eu não parei de montar vários, milhões, zilhões de looks que me inspiravam hehehehe. Sério, o negócio HIPER vicia e é super divertido. Claro que nem sempre você vai poder comprar um Yves Saint Laurent ou um Orla Kiely pra fazer igual o seu look, mas é um espaço pra você tentar adaptar a você.
Aqui, vou explicar os que fiz até agora, minhas inspirações, e também, te incentivar a criar um! Olha só:
Steph Inspired Mod Look: Esse foi o primeiro, então foi aquela coisa tímida, discreta, 1, 2, 3, testando, sabe? Mas não deixa de ser um desejo. Me inspirei na personagem Steph, de um dos meus filmes favoritos, Quadrophenia, e ela tem looks lindos mesmo, super anos 60 mod style. Sempre com cabelo impecável e muita classe, tentei misturar as cores que mais me lembram-na, os acessórios chave como sapato de boneca e as bangles laranjas, além da indispensável parka pra uma boa garota modernista!
Flowers Between Early and Late Sixties: É, eu tava fofinha nesse dia. Estava na minha cabeça 3 coisas que eu mais que queria pra criar o look: Começo dos anos 60, Bait Footwear e flores. Muitas muitas muitas flores. O corte da roupa puxou bem mais pro meio-fim da década, o que me fez dar o título, mas as referências no geral foram inspiradas nas ladies sessentistas que era doces e moderninhas ao mesmo tempo. Achei um look meio realeza britânica e amei.
21st Century Anna Karina: Não que eu precisasse explicar muito esse aqui, né? Anna Karina, rainha do Nouvelle Vágue, cena do cinema francês, foi a dona desse set. Inspirei no look clássico, do filme clássico, na cena clássica de Anna como Marianne, e transformei tudo em algo "mulher decidida, conquistadora e encantadora" ou pelo menos pareceu pra mim. rssss. Fora que essa tesoura com a Torre Eiffel foi um achado e tanto.
Disco With Twiggy: Eu não tinha nenhuma ideia específica em mente quando comecei esse look, apenas havia me apaixonado por essa blusa que usei e não me contentei em dar um like, tive que me esforçar a criar algo com ela. Achei que apesar de moderno, ficou bem 60's com um toque anos 70 talvez pelas calças, e as cores que lembraram uma discoteca. Abusei das paletas nesse aqui.
Don't miss me if you can: Se um look resumisse tudo que eu desejo pro meu armário, seria esse! Apesar da falta de cores, algo que gosto, achei mod, achei retrofuturista (talvez pelo uso de metálico, móveis futuristas e botinhas de vinil) e bem estruturado. Essa foto rebloguei no meu tumblr há um tempo e sou apaixonadíssima por ela, como não tinha feito nenhum verdadeiro "get the look" de alguma foto, tive que começar por ela. É inspired, mas o essencial pra mim, tá aí!
Should I fight or should I be a queen?: Esse é simplesmente o meu favorito até agora! Baixou a Elizabeth em mim, e pensei "por que não se inspirar nos guardas ingleses?". O resultado foi esse, que substituí a calça preta pela azul bebê dos desenhos da Cath Kidston e usei tudo que lembrou classe, britânicos e claro, a família real. Esse mesmo me faz pensar, será que protejo o castelo ou me torno a rainha mesmo?
Youthquake Infantry: Esquecer a rainha das minissaias? Nunca! Esse foi total inspiração na estilista Mary Quant, e o nomeei dessa forma por imaginar que se um look representasse a youthquake na sua essência mais resumida, seria esse! Os pontos necessários pra entender a Swinging London gritam nas Peter Pan collars, nos sapatos, nos tons nude e inspirações futuristas (de novo!). Além de não esquecer da Orla Kiely marcando presença com essa bolsa incrível.
Atemporal YSL: Vamos ser requintados porque uma vez na vida tem que ser né? E nada melhor que Yves Saint Laurent pra que gosta de sofisticação. O que sua musa, Catherine Deneuve, usaria? Com exceção do cinto e do lenço, é tudo do estilista mais renomados dos sixties, e como o nome do look diz, é realmente atemporal. Que mulher não ficaria poderosa com essas roupas? É o melhor mesmo!
Neutral Jane Birkin Look: Eu tenho um vício e ele se chama Jane Birkin. Ai que mulher mais maravilhosa, linda, leve e solta da vida. As roupas dela são incríveis, e, mesmo de camiseta e calça jeans, ela ficava maravilhosa. Inspirada nos tons neutros que ela adora e na roupa mais social porém confortável que ela usava, saiu esse set de chorar. Os sapatos são super parecidos com um que ela usava e são sonho de consumo.
Veja as peças que usei e acompanhe mais sets e likes aqui: http://mary-rocket.polyvore.com/
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Outfit It's a Mod Mod Mod World
Quem se lembra do sorteio ultra mega master concorrido que teve aqui no blog pra ganhar a bolsa Union Jack Flag da marca Juliana Lourenço? Bem, eu também tenho a minha! E sou completamente apaixonada por ela, hihi. Esse dia eu tava querendo um cabelo meio Françoise Hardy já que minha franja tava enooooorme mas não deu lá muito certo, apesar de gostar do resultado, a make inspired e o cabelo poderiam ficar mais parecidos né. Da mesma forma, esse aqui foi o resultado, com a roupa inspirada nos outfits masculinos mods da década de 60:
Visite Juliana Lourenço: https://www.facebook.com/pages/Juliana-Louren%C3%A7o/373552806030740?fref=ts
Visite Juliana Lourenço: https://www.facebook.com/pages/Juliana-Louren%C3%A7o/373552806030740?fref=ts
We are, we are, we are the mods!
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